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1 de junho de 2018

Bike no trânsito e com pedestres. Como se portar?

CONFIRA

Segurança em sua bike no trânsito e entre pedestres. Apenas o capacete não é suficiente…

A Comissão de Segurança no Ciclismo da Cidade do Rio de Janeiro (CSCRJ) criou um panfleto explicativo de como os ciclistas devem proceder com sua bike no trânsito e também em relação a pedestres. São orientações básicas que podem salvar a vida dos ciclistas. O risco existe, portanto, leve sempre um documento de identificação e contatos de emergência.

Todos somos responsáveis por um trânsito seguro e sem violência.

Seguem abaixo as orientações:

Mão e contramão

Pedale no mesmo sentido dos carros. É equivocada a impressão de que, na contramão, você verá os veículos com mais facilidade. Quando a bicicleta anda na mão correta, o motorista tem maior tempo de reação. Em sentidos contrários, a velocidade da bicicleta se soma à do carro. Ou seja: um ciclista a 20 km/h que encontra um automóvel a 60 km/h vai aparecer, para os condutores, a 80 km/h, uma velocidade inesperada e muito acima do que os reflexos humanos estão preparados para receber naquele momento.

Use o capacete

Quedas de bike no trânsito geralmente são a baixa velocidade. Porém, um impacto pequeno sobre o crânio é capaz de causar grandes danos e até a morte. Use sempre o capacete, devidamente ajustado e afivelado. No caso de transportar crianças em cadeirinhas apropriadas, cuide para que elas também estejam com capacetes de tamanhos corretos, atados pela fivela.

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Luzes de segurança

Apesar de o ciclista enxergar com facilidade usando apenas a iluminação das ruas, as luzes vermelhas, para a parte traseira, e branca, para a dianteira, tornam sua bike no trânsito mais visível para os motoristas e pedestres. Além delas, há também faixas reflexivas em coletes e caneleiras, que brilham com a luz dos faróis e alertam os condutores sobre a presença do ciclista.

Cruzamentos

Bike no transito 4Motoristas de carros, ônibus e caminhões, assim como motociclistas, usam a visão periférica para perceber se podem fazer conversões e seguir em frente em cruzamentos. Bicicletas, por serem menores, não são vistas com a mesma facilidade. Nos cruzamentos, leve em conta que os motoristas podem não estar vendo a bicicleta, e, na dúvida, pare ou dê passagem – mesmo que a preferência seja sua.

Ônibus e caminhões

Como são altos e extensos, veículos de passageiros e carga têm muitos pontos cegos, principalmente perto dos espelhos retrovisores. É comum, em sinais de trânsito, o ônibus começar a andar sem perceber que um ciclista está ao lado. Considere que, em curvas e esquinas, é melhor não dividir a pista com veículos grandes.

Cuidado com as portas de veículos estacionados

Um dos acidentes mais comuns envolvendo automóveis e bike no trânsito acontece quando os veículos estão parados. Ao passar rente à fileira de carros estacionados, o ciclista não percebe que o motorista ou um passageiro estão prestes a abrir a porta. Dependendo da velocidade com que isso acontece, não há tempo para parar ou desviar. Esteja atento aos movimentos no interior dos veículos e evite passar muito perto dos carros estacionados.

Não ande entre os carros

Em vias congestionadas ou de baixa velocidade, é comum o ciclista tentar ganhar tempo trafegando entre as filas de carros, como fazem as motocicletas. É um comportamento extremamente perigoso, justamente por ser uma prática dos motociclistas. Como andam em velocidade maior, as motos não têm tempo de parar quando surge uma bicicleta – sempre bem mais lenta.

Vias de grande circulação

Procure traçar rotas que excluam as vias de grande circulação, como avenidas e ruas em que a velocidade dos carros é mais alta. Quanto mais rápidos estão os carros, pior para os ciclistas. Opte por ruas paralelas e, se preciso, faça o caminho mais longo, de maneira a andar na mão, em pistas de baixa velocidade e com menos cruzamentos.

Saia das calçadas

A calçada é do pedestre. Quando trafega sobre o passeio, o ciclista passa a ser a ameaça, e infringe as leis de trânsito. Evite ao máximo passar pelas calçadas, e, se necessário, use o passeio público apenas em horários sem movimento de pedestres e certo de que está vendo e sendo visto. A passagem da calçada para o asfalto é sempre perigosa, pois a bicicleta surge repentinamente para os motoristas.

Sinalize com as mãos

Use as mãos para indicar que vai dobrar a rua, que vai precisar se deslocar mais para o meio da pista ou parar sua bike no trânsito. Ao informar aos motoristas e pedestres o que pretende fazer, o ciclista torna seu movimento mais previsível, e age da mesma forma que os veículos, ao ligarem as setas e sinais luminosos.

É LEI. (art. 220 – CTB)
Todo motorista deve diminuir a velocidade quando tiver um ciclista a sua frente

É LEI. (art 58 – CTB)
Todo ciclista deve pedalar na mão correta da via

É LEI. (art. 201 – CTB)
Todo motorista deve ter consciência de manter 1,5m de distância do ciclista.

É LEI. (art. 208 – CTB)
Não avance o sinal de trânsito. Na luz amarela reduza, não acelere.

É LEI. (art. 220, 192 e 29 – CTB)
Evite trafegar colado ao meio fio, orientando assim, carros e ônibus a ultrapassagem pela outra faixa de rolagem.

É EDUCAÇÃO
Ciclovia não é pista de corrida, logo, mantenha a velocidade adequada para não ferir você, nem os outros.

É EDUCAÇÃO
Todo pedestre deve ter muita atenção ao atravessar uma ciclovia.

É PRUDENTE
Todo ciclista deve usar capacete, sempre. Em pedaladas noturnas, luzes dianteira e traseira e evitar roupas escuras.

É PRUDENTE
O ciclista nunca deve pedalar com fones de ouvido.

É PRUDENTE
Motorista, lembre-se: em algumas vias da Cidade, existem atletas em treinamento nos horários de menor circulação.

É PRUDENTE
Sinalizar com o braço onde for virar.

É INTELIGENTE
No trânsito, tenha paciência sempre.

Fonte – O Globo

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